Você sabe o que é o Renascimento (Rebirthing)?

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A terapia do Renascimento

O renascimento ou Rebirthing é uma das terapias mais incríveis que existe, por proporcionar resultados de uma forma rápida, profunda e permanente.

É uma técnica que usa a nossa respiração e que age diretamente sobre nossos sentimentos e emoções, ajudando-nos a controla-los e modifica-los para melhor.

A respiração é feita pela boca, enchendo o peito de ar, sem pausas.

Esta forma de respirar aumentando consideravelmente a taxa de oxigênio em nosso corpo, aumentando nossa vitalidade e fortalecendo nossa saúde física e emocional, uma vez que respiração e emoção formam um sistema único, ou seja, estão interconectadas.

É por isso que quando estamos com alegria ou raiva, por exemplo, temos formas diferentes de respirar para cada tipo de emoção.

Respirando sem pausas, pelo boca e peito, por vários minutos, adquirimos uma espécie de expansão da consciência; uma lucidez que não possuímos de forma natural em nossos momentos de vigília.

Esta consciência expandida nos dá uma certa maturidade que nos permite compreender a causa de inúmeros traumas ou conflitos que carregamos em nosso íntimo, tornando-nos capazes de, com esta compreensão, mudarmos os significados que damos a estes eventos, dissipando estas informações dentro de nós e conquistando uma paz maior com muito mais felicidade e plenitude.

Além disso, o renascimento reduz fatores como estresse, ansiedade, angústia, medo, etc., oferecendo-nos mais equilíbrio e bem-estar no dia a dia.

Quer conhecer mais sobre o Renascimento?

Venha participar dos nossos encontros de Renascimento e viver as incríveis experiências com esta técnica que usa pura e simplesmente a respiração.

Nossos encontros ocorrem na sede da Comportar Treinamentos que fica na Av. Antonio Carlos Comitre, 60 – Campolim – Sorocaba/SP

Informações pelo whats: (15) 99187.9758

Filtros Mentais – Como nosso cérebro filtra a realidade

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Quando estamos sobre do cérebro no curso de PNL, um dos assuntos que nos chama muito a atenção é sobre como nosso cérebro constrói os filtros e altera a nossa realidade.

A verdade é que o nosso cérebro é o grande construtor da realidade.

Já percebeu que quando você quer alguma coisa, isto aparece mais para você, em seu caminho?

Por exemplo: se você quer um determinado carro, vê mais este carro pelas ruas. Se quer uma casa, notar casas por onde passe torna-se mais habitual. Se quer um equipamento, torna mais constante a percepção deste equipamento ao seu redor.

O mesmo ocorre quando algo se torna importante para você, mesmo que não esteja relacionado a compras, como quando uma criança está por vir, por exemplo.

No período de gravidez, os futuros pais desta criança percebem uma quantidade gigantesca de informações relacionados a crianças: brinquedos, fraldas, desenhos infantis, crianças em si, risos e choros de bebês, tornam-se uma percepção mais presente.

Isto ocorre porque nós temos uma espécie de filtro em nosso cérebro, que tem a capacidade de tornar mais relevante aquilo que é do nosso interesse e omitir o que não nos interessa em determinado período ou momento.

Se você quer alugar ou comprar uma casa, seu cérebro fará você ver muito mais placas de aluga-se ou vende-se por onde passe.

Este mesmo princípio se aplica a qualquer outra importância que você dá ao que quer que seja.

Se você dá importância para cenas de assalto, compartilhando, assistindo ou comentando conteúdos relacionados a assaltos, aumenta a probabilidade de ser assaltado, porque seu cérebro constrói este filtro interno e atrai, por assim dizer, pessoas predispostas a lhe assaltar.

Se você dá importância a acidentes, aumenta as chances de se acidentar, porque inconscientemente constrói em sua realidade esta tendência.

Se alimenta pensamentos sobre pessoas lhe traindo, agindo com desonestidade, mentindo, enganando você, encontrará muito mais pessoas com estas características ao seu redor, atraindo-as, como mel que atrai moscas.

Entretanto, estes filtros que o cérebro constrói não são certamente um modo de explicar todos os assaltos, mal relacionamentos ou todos os acidentes, por exemplo. Pelo fato de estarmos no mundo, estamos sujeitos ao mundo.

O que dizemos é que, ao valorizarmos, entramos em sintonia com isso e acabamos por dançar conforme esta música.

Modifique dentro de você suas importâncias, seus valores, para que atraia ao seu redor o melhor que o mundo possa lhe oferecer.

Curso de Oratória Emocional: não serve apenas para falar em público

O que um curso de oratória emocional pode fazer por você? 

É comum a procura por cursos de oratória, seja para melhorar a dicção, perder o medo de falar em público ou mesmo para aprimorar as técnicas de oratória.

Cursos de oratória que trabalham técnicas de comunicação, movimentação, etiqueta, comportamento, uso da voz e do microfone, etc., proporcionam excelentes resultados, mas atuam apenas no aspecto intelectual do aluno. Talvez seja por este motivo que várias pessoas alegam que, mesmo depois de fazer um curso de oratória, não perderam o medo de falar em público.

As técnicas de oratória são importantes, mas nem tanto

Uma coisa é certa: por mais eficazes que sejam as técnicas de oratória, elas apenas servem para disfarçar um  estado emocional carregado pela pessoa. Se algum fato ou circunstância a fizer reviver esta emoção, de nada valem tais técnicas, pois provavelmente a pessoa irá travar.

O que dificulta a nossa comunicação em qualquer situação não é a ausência de técnicas, mas a insegurança, o medo, a sensação de incapacidade, crenças limitantes sobre a própria identidade, etc., ou seja, são as emoções e os sentimentos que carregamos conosco, obtidos em nosso histórico de nossa vida.

Isto não ocorre apenas na questão de falar em público, mas em qualquer área de nossa vida.

Vemos pessoas que se formam em excelentes profissões, como psicologia, advocacia, engenharia, etc., mas não são capazes de exercer a profissão, por medo, insegurança ou auto-sabotagem. A pessoa possui todas as habilidades técnicas necessárias, mas está bloqueada por processos inconscientes adquiridos em algum momento da vida.

Fobia, medo, baixa autoestima

Há várias pesquisas que revelam que o maior medo da humanidade é o de falar em público, superando o medo da morte!

Em 2009 o Globo Repórter Globo fez uma pesquisa sobre Medo de falar em público a respeito e constatou que o medo de falar em público está em primeiro lugar na lista, cuja pesquisa foi realizada com a seguinte pergunta: “Do que você tem mais medo?”.

Entretanto, ousaremos discordar, não das pesquisas em si nem do que elas revelam, mas do ponto de que o medo é o de falar em público, pois acreditamos que o medo não é o de falar, mas se expor, pois se a pessoa estiver em um ambiente onde ela se sinta segura quanto a isto, sua fala se dará se entraves. Uma vez que a pessoa esteja inserida em um contexto amigável, onde não haja a presença de possíveis represálias, ela se comunicará facilmente.

Vamos supor que uma pessoa tenha medo de fazer uma palestra ou uma apresentação na universidade, por exemplo. Se ela for obrigada a viver esta exposição, poderá manifestar reações de fobia ou medo, aparentando baixa autoestima, mas se ela precisar fazer uma exposição de um trabalho a um grupo de amigos, em um ambiente informal, é bem provável que a fobia não se manifeste.

Devido a isso, podemos perguntar: se ela tem medo de falar em público, porque há públicos para os quais ela fala facilmente e outros não? Ela tem medo de falar ou de se expor?

O poder da oratória emocional em combate ao “medo de falar em público”

O curso de oratória emocional aplicado pela Comportar vai além de ensinar técnicas!

Trabalhamos com foco nas emoções das pessoas, aplicando um treinamento que obriga a pessoa a viver emoções positivas em conjunto com fatos que estão associados a energias negativas, ou seja, ela vive de forma positiva uma experiência que estava programada para produzir emoções negativas, criando um colapso entre estas emoções e ressignificando os estados emocionais.

Além de ensinarmos as técnicas clássicas de oratória, melhorar a fala, a dicção, tom de voz, postura, uso do microfone, movimentação no palco, preparação da palestra, etc., unimos a isso técnicas da PNL (Programação Neurolinguística), produzindo experiências que, se bem aproveitadas pelo aluno, revertem o estado emocional, criando novos caminhos de aprendizagem.

Trabalhando deste modo, o aluno terá uma melhora significativa em sua comunicação, não simplesmente quando precisar fazer uma apresentação ou outra, mas em qualquer momento de sua vida onde a sua fala precisar acontecer.

O treinamento de oratória emocional certamente é algo que surpreende, do começo ao fim, pois o que ocorre na sala de treinamento encanta e faz progredir o ser humano.

Respiração e influência na vitalidade física e estado emocional

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Respiração e sua influencia sobre os nossos estados emocionais e a nossa vitalidade física

A respiração conduz energia vital ao corpo e à mente. Quando respiramos de forma inadequada, limitando a quantidade correta de oxigênio no corpo através de respirações curtas e mal trabalhadas, reduzimos igualmente a vitalidade física e entramos em estados de estresse e cansaço com muita facilidade, uma vez que o corpo está sofrendo a ausência da energia vital necessária ao bom funcionamento.

Respiração e desequilíbrios emocionais

Além de distúrbios físicos que podem ser provocados pela respiração sufocada, nos tornamos mais suscetíveis a perturbações emocionais, irritando-nos com mais frequência, pois o corpo cansado transfere sensações de desânimo e insegurança à mente que nele habita.

Assim como um computador que esquenta caso a ventoinha não esteja funcionando corretamente, perdendo agilidade no processamento das informações e tornando o trabalho lento, o ser humano usa da respiração para refrigerar o sangue, a fim de garantir um funcionamento adequado no dia a dia e, quando não respira o necessário, “esquenta”, fica de “cabeça quente” e deixa de agir com lucidez, desenvoltura e flexibilidade.

A respiração é a representação imediata do nosso mundo interior

Nossa respiração representa nosso estado emocional interno, ou seja, nós respiramos de acordo com o que estamos sentindo, sejam emoções positivas ou negativas. Deste modo, se estamos com raiva, representamos esta raiva através de um ritmo respiratório específico; se estamos felizes, respiramos em um ritmo que representa esta felicidade.

Uma vez que a respiração representa o estado emocional interno, se mudarmos o ritmo respiratório, mudamos o estado emocional, pois estão interligados.

Ansiedade é respiração retida, causada por falta de ar

Quando se sente a ansiedade, é comum que o ritmo respiratório esteja ansioso, trabalhando de modo curto e acelerado, forçando um tanto mais a entrada e a saída de ar, o que requer mais energia e força para puxar o ar e soltá-lo, aumentando, por isso mesmo, o estresse e a irritação.

Este estado ansioso em conjunto com o estresse físico quase sempre dificulta-nos a faculdade de raciocinar, o que leva-nos a atitudes desesperadas e geralmente equivocadas. Em paralelo com a ansiedade, vem a angústia (repressão de expectativas) que em geral é sentida como um “aperto no peito”, um “nó na garganta” e quase sempre como uma “falta de ar”.

Consciência respiratória

Se tomarmos mais consciência de como respiramos; da quantidade de ar, da profundidade, do ritmo respiratório utilizado neste ou naquele momento; se ampliarmos a nossa percepção sobre nossa respiração e soubermos alterar o ritmo respiratório para proporcionar um estado emocional específico, encontraremos a “cura” de muitas doenças físicas e principalmente psíquicas que nos acompanham de perto em nossa vida cotidiana.

Assim, ao perceber um estado ansioso e notar o ritmo respiratório deste estado (curto, acelerado e raso), podemos alterar este ritmo, respirando mais profunda e lentamente, aumentando a quantidade de oxigênio no corpo e sentiremos uma grande mudança, quase sempre imediata, na sensação ansiosa, angustiante ou de estresse, revertendo para um estado mais calmo e tranquilo, o que nos proporcionará mais leveza e autocontrole da situação com pensamentos lúcidos e raciocínio fácil.

Respiração, Angústia e Ansiedade – Excesso de Preparação

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Predisponha-se mais e prepare-se menos

Pré-Parar reflete reação, enrijecimento dos músculos pelo ato de “parar” e tolhimento da respiração, ocasionando menor ventilação física e uma reação do corpo a esta falta de ventilação através da sensação de angústia ou ansiedade, podendo, em casos graves, eclodir em pânico devido a sequentes respirações forçadas e tolhidas pela Pré-“Paração” (ato de parar).

Preparação

Quando estamos Pré-Parados é como se estivéssemos sempre alertas a um perigo iminente (um corpo pré-parado, com respiração tolhida, tem o perigo iminente da morte), o que aumenta consideravelmente nossa tensão, podendo ocasionar, pelo excesso de tensionar, o stress, a estafa e possivelmente a depressão, quando a tensão atingir o seu limite, estafando e desmoronando com o ser inteligente.

Predisposição

A Pré-Disposição, por sua vez, não sugere reação, mas ação livre, disposta, interessada, consciente, à vontade; permite-nos agir sem opressão, dando-nos liberdade respiratória, pois abre o nosso peito para a vida ao invés de fechá-lo pelo medo ou por sensações de incapacidade pessoal.

Respiração

Respirando bem a vida, a ansiedade, a angústia, sensações de pressão, repressão, depressão, opressão, submissão, etc., que geram fraqueza e torpor terão suas chances reduzidas de instalarem-se em nós, o que nos dará uma vida mais tranquila e segura.

Reprogramação e Resignificação do Cérebro

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Fisicamente falando, somos dotados de um equipamento extremamente sofisticado que é o nosso cérebro.

Semelhante a um computador, nosso cérebro trabalha com programas que instalamos no decorrer de nossa existência. Estes programas geram comportamentos, alguns desejados, outros indesejados que limitam ou ampliam as nossas capacidades. Geralmente tais programas são instalados a partir de crenças que alimentamos sobre questões de nossa vida.

1 quatrilhão de conexões (sinapses)!

O nosso cérebro possui em torno de 100 bilhões de neurônios (células nervosas). Cada um destes neurônios é capaz de se conectar a uma rede de 10.000 (dez mil) neurônios, através das sinapses.

Estas conexões, uma vez multiplicadas, revelam uma capacidade gigantesca de processamento de dados que ocorre incessantemente em nosso cérebro, gerando 1.000.000.000.000.000 (1 quatrilhão!) de sinapses que se relacionam a tudo o que estamos captando no momento de forma consciente ou inconsciente, seja pela visão, pela audição, pelo tato, olfato, etc.

Softwares do sistema nervoso

Como o cérebro funciona como um computador, permitindo a instalação de programas que irão determinar os nossos atos, é possível desinstalarmos ou atualizarmos programas que não são mais úteis e nem adequados a nossa atualidade como indivíduo.

Por exemplo, uma criança chora para solicitar proteção ou pedir coisas e saciar os seus desejos; enquanto criança, este programa que a faz chorar para ganhar o que deseja, funciona, mas ao se tornar adulta, o mesmo programa que funcionava em sua infância torna-se inapropriado ao seu contexto atual.

Vemos, porém, alguns adultos que ainda se comportam desta forma, mimados e birrentos quando querem algo e que, por isso mesmo, caem no ridículo. Isso ocorre porque estão ainda usando um programa que foi muito eficaz em um momento de sua vida, a infância, mas que não serve mais para a sua fase de adulto.

Remodelagem do sistema nervoso

Através da programação neurolinguística é possível conduzir o cérebro a agir de acordo com modelos mais adequados que sirvam à pessoa ao invés de prejudicá-la, se usado no contexto errado.

Os processos de reprogramação são de certo modo simples, mas ao mesmo tempo extremamente complexos e sempre muito eficazes, podendo alterar um comportamento indesejado em um desejado em poucos minutos.

Como se tratam de programas que geram comportamentos, ao desinstalar ou atualizar o programa, o comportamento gerado é automaticamente renovado e passa a gerar resultados mais satisfatórios.

A mudança não precisa ser dolorosa.

Quem tem o desejo de realizar este tipo de programação/reprogramação deve procurar uma formação em PNL (Programação Neurolinguistica) para aprender a aplicar em si mesmo técnicas que ajudam a efetuar tais reprogramações.

Em geral, as ferramentas da PNL promovem curas rápidas de fobias, traumas, ansiedades, enxaquecas, alergias, etc., levando em consideração que na maioria dos casos, trata-se tão somente de uma ressignificação que, uma vez realizada, faz com que o cérebro passe a emitir novos comandos a partir de novos softwares que foram instalados ou atualizados.

Inconsciente: Pulsão e Recalque – Sombra

Pulsão é uma energia que nos move em busca do prazer de qualquer espécie. Sempre que desejamos algo, somos movidos inicialmente por esta energia que cria em nós o desejo de suprir as nossas necessidades de satisfação do prazer.

Ocorre que tal energia é gerada a nível inconsciente e que, por isso mesmo, nem sempre tomamos consciência de que estamos sendo incitados por ela à conquista dos nossos desejos.

Inconsciente – Manifestações da sombra

A pulsão inicia no inconsciente e precisa ser representada de alguma forma em nosso consciente, manifestando-se geralmente pela conquista do desejo. Isto ocorre quando a pulsão é, por assim dizer, aprovada pelo consciente e quando isso se dá, o prazer é suprido. Mas nem sempre isto ocorre, pois não são todas as pulsões que são admitidas pelo consciente e então, tais pulsões tornam-se recalques que sobrecarregam o indivíduo com a sensação da frustração.

Imagine que você tenha o desejo de comer um bolo delicioso, do sabor que você mais adora (isto é a pulsão).

Quando o desejo vem, você se sente estimulado(a) a satisfaze-lo, comendo o bolo (isto é o prazer).

Mas nem sempre você come o bolo, pois pode ter o receio de engordar (isto é a negação da pulsão).

Resta-lhe então apenas a frustração de querer comer e não se permitir comer (isto é o recalque).

Mas como há o recalque, que é um acúmulo de energia (pulsão retida), esta energia precisa sair de alguma forma. Assim, como não há permissão consciente para comer o bolo (que no caso é o objeto de desejo da pulsão), esta energia pode ser transferida para outro objeto (cigarro, bebida, jogos, sexo, TOC’s, neuroses, transtornos, etc), para então poder descarregar aí a energia retida para o objeto de estímulo inicial (o bolo).

Sonhos e atos falhos

Pode ainda se manifestar através de sonhos, que na verdade são um modo de comunicação do inconsciente com o consciente, e daí surgem sonhos que a princípio parecem desconexos, mas se analisados se tornam a chave dos conflitos do indivíduo.

Outro modo de manifestação da pulsão são os chamados “atos falhos”, que ocorre quando uma pessoa quer permanecer ao lado da outra (pulsão), mas precisa ir embora por algum motivo (recalque) e aí esquece a bolsa ou a carteira e é obrigado a voltar para “buscar a carteira”, ou melhor, para rever a pessoa desejada.

Tanto a pulsão como o recalque são manifestações saudáveis, pois tem por objetivo despertar o indivíduo para as noções do que deve ou não deve fazer (ou deixar de fazer). Mesmo para as manifestações desagradáveis como no caso de vícios ou transtornos, a mensagem central é sempre a de sinalizar que algo não está correto e que precisa ser modificado.

Sem estas forças, não poderíamos distinguir o certo do errado e por consequência, não saberíamos como avançar.

Imaginação: um método de treinamento cerebral – Imaginação

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Imaginação cerebral

Os cientistas descobriram que, para o cérebro, não há diferença entre aquilo que pensamos e aquilo que vemos. Se pensarmos em uma flor ou olharmos para uma flor, para o cérebro não haverá distinção e as mesmas áreas são acionadas.

Com base nisso os cientistas fizeram a seguinte pergunta: Então quem vê? É o cérebro que vê ou são os olhos que vêem? E ainda: o que é a realidade? É aquilo que vemos com os olhos ou aquilo que criamos em nosso pensamento?

Independente disto, uma coisa é certa: se desejamos realizar alguma coisa com os músculos, atingiremos um resultado mais eficaz se antes fizermos a mesma coisa com a imaginação, pois se as mesmas áreas são utilizadas para a imaginação e a ação física, significa que se agirmos antes com a mente, criaremos neuro associações que facilitarão a realização do projeto quando houver a ação física, pois que o cérebro já foi treinado antecipadamente e já sabe exatamente o que deve fazer.

Fobia de falar em público – Medo de falar ou de se expor

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Medo de falar ou de se expor

Embora algumas pessoas tenham medo de falar em público, este medo não as impede de viver esta experiência, ou seja, elas são capazes de fazer uma exposição para apresentar um trabalho na faculdade ou um projeto na empresa, por exemplo.

Entretanto existem aquelas que só de pensar em se expor já começam a sentir os efeitos que vão se somatizando: tremor, suor nas mãos, palpitação, uma sensação estranha e indefinível, dores no peito, garganta seca, respiração cansada, tremor nas pernas, sensação de desmaio, etc.

A fobia de falar em público e os mecanismos de defesa

Em geral, a fobia de falar em público está associada a um ou mais fatos ocorridos no passado cuja emoção vinculada é negativa; é um mecanismo de defesa do inconsciente que reage para garantir a integridade física e emocional da pessoa.

Para o inconsciente não existe o tempo e mesmo que o trauma tenha ocorrido ainda na infância, para o inconsciente ocorreu (ocorre) agora. Assim, quando a pessoa se vê frente a uma circunstância semelhante, disparam nela sensações idênticas ou muito próximas às vividas no fato que gera o gatilho.

Por exemplo: se na escola a criança se sentiu constrangida por ir na frente fazer uma exposição sem ter estudado; se nesta exposição sofreu uma crítica da professora; se foi humilhada pelos colegas de classe, se urinou na frente da classe devido a uma forte emoção de constrangimento e repreensão, possivelmente isto terá criado nela um trauma que a partir daí começa a agir como um gatilho, sendo disparado sempre que a criança se veja em situações semelhantes e se estende mesmo após tornar-se adulto.

Se não bastasse, após a criança ter sofrido tamanho constrangimento na sala de aula, ao ter contato com os pais recebe novas e duras represálias, intensificando o estado emocional e associando-o à exposição em público na sala de aula. A partir daí, sempre que precisar falar em público, as mesmas emoções de defesa contra um perigo iminente serão disparadas e daí podem surgir as fobias de oratória.

Feedbacks negativos

Além disso, infelizmente são comuns pais e tutores que agridem verbal ou fisicamente a criança, quando esta “fala o que não devia”, expressando-se de forma oposta ao esperado pelos adultos. Embora por vezes a intenção dos adultos seja a de educar (dizemos as vezes, pois há casos onde só o prazer de humilhar se faz presente), a criança não deixa de se sentir tolhida e para evitar novas repressões que sua fala possa causar, evita expressá-la.

A eficácia da PNL em auxílio às fobias e medos 

Através da PNL é possível reprogramar o cérebro para reagir de forma diferente às situações que causam fobias, mudando as construções mentais da pessoa e fazendo-a ver o fato-gatilho de forma positiva. Dessa maneira, a pessoa consegue separar as sensações negativas que causam a fobia de falar em público do ato em si.

O medo de falar em público é o resultado de emoções guardadas inconscientemente e que vem à tona quando situações semelhantes convidam o indivíduo a novas experiências; uma vez que revertemos tais emoções, o medo ou a fobia de falar em público minimizam ou desaparecem.

Emoções: Olhar para cima pode reduzir emoções ruins

Emoções sob controle

Sempre que você se sentir abatido(a), ao invés de olhar para baixo, levante a cabeça e olhe para cima. O cérebro, quando o olhar é feito para baixo, faz referência ao corpo e isso intensifica as sensações. O olhar para baixo faz com que sejam acessados em seu cérebro redes neurais que se identificam mais com o corpo.

Olhando para cima, o cérebro usa outras redes neurais, afasta-se do corpo e diminui as sensações. Simplesmente por olhar para cima, você se sentirá melhor.

Para ajudar ainda mais, faça um movimento com o seu corpo, seja caminhar, dançar, arrumar alguma coisa, pois se o movimento pode criar uma sensação ruim, também pode criar uma boa. Além de acreditar que tudo ficará bem, é necessário movimentar-se para isso. Então, olhares para cima e movimentos em direção à saúde!